Assistindo ao filme "Sete Vidas" (ou "Seven Pounds"), despertei para um tema que poucas vezes pensamos, a doação de órgãos.
De acordo com o site do Adote (Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos), "a doação de órgãos como rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida. Em geral, nos tornamos doadores em situação de morte encefálica (parada definitiva e irreversível do encéfalo, provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo; é a morte propriamente dita) e quando a nossa família autoriza a retirada dos órgãos", ou seja, conforme a legislação brasileira, só nos tornamos doadores desde que após a nossa morte um familiar autorize, por escrito, a doação. Assim, não basta querer ser um doador, é preciso que a família saiba; por isso, se vc pretende se tornar um - tá bom, eu sei que não é nada agradável pensar nisso, mas um dia todos nós vamos morrer, certo? - , diga para todos sobre sua intenção e ajude a salvar vidas!=)
Para saber mais, acesse http://www.adote.org.br/oque_perguntas.htm
Ah, além disso, também podemos doar sangue - é fácil, seguro e não prejudica de forma alguma a saúde do doador. Pra quem não sabe, aqui em Sjc o posto de doação é lá na Rua Sta. Clara, 450 (para ver todas as unidades do estado entre em http://portal.saude.sp.gov.br/content/doacao_sangue.mmp).
Vamos fazer a nossa parte! Ajudem a divulgar!=)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
Ano novo?!
2009 chegando...
E aí? O que vamos fazer?
"Ano novo, vida nova"?! Aquele monte de promessas que jamais serão cumpridas e um monte de blá blá blá? Fala sério. Acho que precisamos de um pouco mais do que boas intenções, não?!
O mais “engraçado” é que é como se, simplesmente por ser um novo ano, tivéssemos a obrigação de ser pessoas completamente novas. Os “projetos” mais comuns variam desde entrar numa academia e perder trocentos quilos até se tornar uma pessoa “melhor”. Tem gente que faz até listinha, de tantas que são as promessas – eu só espero que a lista não caia de seus bolsos na primeira ondinha que pularem, das sete ondinhas de ano novo! (risada sarcástica!heheh).
Particularmente, eu poderia dizer que em 2009 eu vou...acampar, aprender a tocar guitarra, ler vários livros que sempre quis ler, fazer um curso de fotografia e voar de asa delta (e tantas outras que não me lembro agora!) . Mas não, não vou dizer isso. Não digo que eu não queira fazer, digo simplesmente que não posso ter certeza nenhuma de que farei. Promessas já não fazem mais sentido a partir do momento em que passamos a entender que é preciso muito mais do que a intenção ou vontade de cumpri-las.
Acredito que já esteja na hora de mais ação e menos palavras. Vc tem planos? Deseja mudanças? Que bom! Pq não começar agora? Pq acreditar que tudo irá mudar ano que vem se entra ano, sai ano e ainda somos os mesmos?! Se vc tem reais intenções de fazer qualquer coisa, não precisa esperar um novo ano para começar a fazê-las! Experimente fazer coisas novas e que lhe fazem bem a cada dia, a cada instante. Pare de gastar seu tempo fazendo promessas em vão...Pra quê?? Só pra no ano que vem vc ter o trabalho de prometê-las novamente?! Vamos parar de hipocrisia!
É isso aí, abaixo a hipocrisia no ano novo! =D
E aí? O que vamos fazer?
"Ano novo, vida nova"?! Aquele monte de promessas que jamais serão cumpridas e um monte de blá blá blá? Fala sério. Acho que precisamos de um pouco mais do que boas intenções, não?!
O mais “engraçado” é que é como se, simplesmente por ser um novo ano, tivéssemos a obrigação de ser pessoas completamente novas. Os “projetos” mais comuns variam desde entrar numa academia e perder trocentos quilos até se tornar uma pessoa “melhor”. Tem gente que faz até listinha, de tantas que são as promessas – eu só espero que a lista não caia de seus bolsos na primeira ondinha que pularem, das sete ondinhas de ano novo! (risada sarcástica!heheh).
Particularmente, eu poderia dizer que em 2009 eu vou...acampar, aprender a tocar guitarra, ler vários livros que sempre quis ler, fazer um curso de fotografia e voar de asa delta (e tantas outras que não me lembro agora!) . Mas não, não vou dizer isso. Não digo que eu não queira fazer, digo simplesmente que não posso ter certeza nenhuma de que farei. Promessas já não fazem mais sentido a partir do momento em que passamos a entender que é preciso muito mais do que a intenção ou vontade de cumpri-las.
Acredito que já esteja na hora de mais ação e menos palavras. Vc tem planos? Deseja mudanças? Que bom! Pq não começar agora? Pq acreditar que tudo irá mudar ano que vem se entra ano, sai ano e ainda somos os mesmos?! Se vc tem reais intenções de fazer qualquer coisa, não precisa esperar um novo ano para começar a fazê-las! Experimente fazer coisas novas e que lhe fazem bem a cada dia, a cada instante. Pare de gastar seu tempo fazendo promessas em vão...Pra quê?? Só pra no ano que vem vc ter o trabalho de prometê-las novamente?! Vamos parar de hipocrisia!
É isso aí, abaixo a hipocrisia no ano novo! =D
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Do fundo da gaveta!
A garota, melancólica, olhava para o céu azul um tanto acinzentado pela poluição.
Já não lia mais Capricho, tampouco Atrevida. Já não sonhava mais com um beijo, não pintava mais as unhas de azul e, muito menos, desejava cometer tal ato de loucura com seus cabelos. Quase nem ouvia mais new metal e nem vestia mais tantas roupas pretas. Não achava mais tão legal assim fazer pose de rebelde - rebelde, de verdade, nunca fora. Já nem precisava se preocupar com vestibular ou sonhar com o quão legal seria morar em outra cidade – simplesmente porque já o fizera.
Lembrou-se de um antigo namorado. Já fazia tanto tempo! Porque mesmo haviam acabado? Ah sim, ela o mandara embora – e ele, gentilmente, lhe obedecera. Tal como fizera com alguns outros garotos que passaram por sua vida, mas com uma diferença – não sabia o quanto se arrependeria mesmo tanto tempo depois. Não sabia que seu perfume, nem mesmo seu sorriso que a reconfortava fariam tanta falta. Não sabia que se arrependeria tanto de não ter dito tudo o que devia. E talvez nenhum dos dois realmente soubesse que o adeus era pra sempre...
Quase 2 anos. Fora este o tempo que tivera para voltar atrás, pedindo que ele voltasse. Mas seu orgulho derrotou sua felicidade. Tudo bem, não poderia dizer que fora completamente infeliz todo este tempo, nem que não se apaixonara – mas nunca foi como antes.
Agora, restava-lhe apenas uma certeza: poderia ter vivido muito mais intensamente. Deveria ter dado mais sorrisos, estudado um pouco menos, feito mais amigos e até mesmo ter beijado menos caras errados.
Deu-se conta do quanto estava diferente. Lia Carta Capital – algumas vezes, mal e mal entendendo o que estava escrito lá -, ouvia outras músicas, fazia faculdade – um curso que nem ela mesma saberia definir exatamente - e morava em outra cidade – esta, muito mais longe do que ela gostaria de sua cidade natal. Mas ainda era ela mesma. Alguns medos infantis, a velha timidez, alguns sonhos ousados e a eterna inquietação de estar no mundo. Se apaixonará novamente? Viajará para outros países? Se abrirá a novas oportunidades? Talvez. Há perguntas que só o tempo pode responder. Desta vez, só podia esperar que não o gastasse tanto antes de acertar as respostas.
p.s.: este texto aí estava meio que guardado no "fundo da gaveta" desde o começo do ano, mas eu nunca achei q realmente fosse publicá-lo. até q hj eu finalmente criei coragem!\o/
Já não lia mais Capricho, tampouco Atrevida. Já não sonhava mais com um beijo, não pintava mais as unhas de azul e, muito menos, desejava cometer tal ato de loucura com seus cabelos. Quase nem ouvia mais new metal e nem vestia mais tantas roupas pretas. Não achava mais tão legal assim fazer pose de rebelde - rebelde, de verdade, nunca fora. Já nem precisava se preocupar com vestibular ou sonhar com o quão legal seria morar em outra cidade – simplesmente porque já o fizera.
Lembrou-se de um antigo namorado. Já fazia tanto tempo! Porque mesmo haviam acabado? Ah sim, ela o mandara embora – e ele, gentilmente, lhe obedecera. Tal como fizera com alguns outros garotos que passaram por sua vida, mas com uma diferença – não sabia o quanto se arrependeria mesmo tanto tempo depois. Não sabia que seu perfume, nem mesmo seu sorriso que a reconfortava fariam tanta falta. Não sabia que se arrependeria tanto de não ter dito tudo o que devia. E talvez nenhum dos dois realmente soubesse que o adeus era pra sempre...
Quase 2 anos. Fora este o tempo que tivera para voltar atrás, pedindo que ele voltasse. Mas seu orgulho derrotou sua felicidade. Tudo bem, não poderia dizer que fora completamente infeliz todo este tempo, nem que não se apaixonara – mas nunca foi como antes.
Agora, restava-lhe apenas uma certeza: poderia ter vivido muito mais intensamente. Deveria ter dado mais sorrisos, estudado um pouco menos, feito mais amigos e até mesmo ter beijado menos caras errados.
Deu-se conta do quanto estava diferente. Lia Carta Capital – algumas vezes, mal e mal entendendo o que estava escrito lá -, ouvia outras músicas, fazia faculdade – um curso que nem ela mesma saberia definir exatamente - e morava em outra cidade – esta, muito mais longe do que ela gostaria de sua cidade natal. Mas ainda era ela mesma. Alguns medos infantis, a velha timidez, alguns sonhos ousados e a eterna inquietação de estar no mundo. Se apaixonará novamente? Viajará para outros países? Se abrirá a novas oportunidades? Talvez. Há perguntas que só o tempo pode responder. Desta vez, só podia esperar que não o gastasse tanto antes de acertar as respostas.
p.s.: este texto aí estava meio que guardado no "fundo da gaveta" desde o começo do ano, mas eu nunca achei q realmente fosse publicá-lo. até q hj eu finalmente criei coragem!\o/
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Um sorriso!
Não sei bem pq, mas hj logo pela manhã me veio à memória uma cena que se passou há poucos dias.
Foi em um daqueles dias em que parece que tudo dá errado e nós pensamos que talvez o melhor seria nem ter levantado da cama, diante de tantos “desastres”. Andava pelo centro de Franca a caminho de casa – desejando poder me teletransportar para Sjc –, já segurando as lágrimas que inevitavelmente viriam mais tarde.
No meio do caminho, passava em frente a uma agência de banco, onde quase sempre ficam senhoras pedintes (“jogadas” no meio da calçada) que, na maior parte do tempo, são simplesmente ignoradas por aqueles que ali passam. Naquele dia foi diferente. De longe, já atravessando a rua, vi não uma senhora, mas um rapaz que não devia ter mais do que uns 30 anos. Imediatamente me veio o pensamento mesquinho de que não “faltava mais nada” no meu dia. Uma senhora, ou uma criança pedindo, a gente “entende” (e aqui eu acrescento váriass haspas!), mas um rapaz aparentemente saudável?! – pensei. Nessas horas a gente nem se lembra que é a própria sociedade quem faz isto e que cada um tem, querendo ou não, sua própria parcela de culpa. Bom, respirei fundo e, provavelmente fiz uma cara pior do q já estava antes. Foi quando o tal moço me pediu: “moça, me dá um sorriso?”. Não pude deixar de dar um meio sorriso, sem graça. Por dentro, eu ria uma risada sarcástica de mim mesma: ria da minha mediocridade, do meu egoísmo. Naquele instante, não só havia milhões de pessoas passando fome, ou simplesmente lutando para sobreviver, como também havia infinitas pessoas que apenas esperavam um simples sorriso. Foi então que a minha ficha caiu. Estamos sempre tão ocupados, apressados e absortos em nossos mundinhos paralelos que parecem ter problemas tão imensos (que, na verdade, na maior parte das vezes são apenas medíocres), que simplesmente nos esquecemos de sorrir. Esquecemo-nos que um sorriso é simples, é de graça e pode transformar o dia de uma pessoa.
Fica aqui uma proposta: distribua mais sorrisos!
Foi em um daqueles dias em que parece que tudo dá errado e nós pensamos que talvez o melhor seria nem ter levantado da cama, diante de tantos “desastres”. Andava pelo centro de Franca a caminho de casa – desejando poder me teletransportar para Sjc –, já segurando as lágrimas que inevitavelmente viriam mais tarde.
No meio do caminho, passava em frente a uma agência de banco, onde quase sempre ficam senhoras pedintes (“jogadas” no meio da calçada) que, na maior parte do tempo, são simplesmente ignoradas por aqueles que ali passam. Naquele dia foi diferente. De longe, já atravessando a rua, vi não uma senhora, mas um rapaz que não devia ter mais do que uns 30 anos. Imediatamente me veio o pensamento mesquinho de que não “faltava mais nada” no meu dia. Uma senhora, ou uma criança pedindo, a gente “entende” (e aqui eu acrescento váriass haspas!), mas um rapaz aparentemente saudável?! – pensei. Nessas horas a gente nem se lembra que é a própria sociedade quem faz isto e que cada um tem, querendo ou não, sua própria parcela de culpa. Bom, respirei fundo e, provavelmente fiz uma cara pior do q já estava antes. Foi quando o tal moço me pediu: “moça, me dá um sorriso?”. Não pude deixar de dar um meio sorriso, sem graça. Por dentro, eu ria uma risada sarcástica de mim mesma: ria da minha mediocridade, do meu egoísmo. Naquele instante, não só havia milhões de pessoas passando fome, ou simplesmente lutando para sobreviver, como também havia infinitas pessoas que apenas esperavam um simples sorriso. Foi então que a minha ficha caiu. Estamos sempre tão ocupados, apressados e absortos em nossos mundinhos paralelos que parecem ter problemas tão imensos (que, na verdade, na maior parte das vezes são apenas medíocres), que simplesmente nos esquecemos de sorrir. Esquecemo-nos que um sorriso é simples, é de graça e pode transformar o dia de uma pessoa.
Fica aqui uma proposta: distribua mais sorrisos!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
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